publicado por [FV] | Sexta-feira, 16 Maio , 2008, 15:23

Horizonte Vertical | TERRA/AR

1986 | 170x170cm

 

 

«Para um espírito moderno, alimentar o lume significa o mesmo que mantê-lo» 

1986 | 170x74cm

 

           

 

 

 

 

 

Técnica mista s/papel
1983 | 64x48cm

[IV Bienal de Vila Nova de Cerveira] 

 

   

 

Técnica mista s/papel
1983 | 64x48cm

 

 

Técnica mista s/Tela
1983 | 64x48cm

 

 

11 pinturas em técnica mista s/ papel

1983 | 30x45cm

      

                                                          [Col. Particular]

 

 

     

 

 

 

      

 

 

 

   

 

"Horizonte Vertical"
Técnica mista s/papel

1983 | 22x20cm

[quando da exposição na SNBA em 85, foram editadas 300 reproduções em offsetlitho, numeradas de 1 a 300]

 

 

 

 

 

+ algumas pinturas todas entre 80 e 85 e em técnica mista s/ papel...

 

     

[Col. Particular]

 

     

[Col. Particular]                                                                                                                                                       [Col. Particular]

 

Se aquilo que se modifica lentamente se explica através da vida, o que se modifica depressa é explicado pelo fogo. 

 

O fogo é ultravivo.

O fogo é íntimo e universal.

Vive no nosso coração.

Vive no Céu.

Sobe das profundezas da substância

e oferece-se como o amor.

Volta a tornar-se matéria e oculta-se,

latente,

contido,

como o ódio e a vingança.

Entre todos os fenómenos,

é ele realmente o único que pode aceitar

as duas valorações opostas:
o bem e o mal.
Brilha no paraíso.

Arde no Inferno.
É doçura e tortura.

É cozinha e apocalipse.

Em todas as circunstâncias

o fogo revela a sua má vontade:

É difícil de acender.

É difícil de apagar.
A substância é capricho,
portanto o fogo é uma pessoa.
[GastonBachelard, La psychanalyse du Feu]

 

   

     

 

 

     

 

 

  

 

 

   

 

       

 

 

     

 

 

     

 

 

     

 

 


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