publicado por [FV] | Sexta-feira, 16 Maio , 2008, 15:24

Em 25 de Abril de 1974 iniciou-se em Portugal uma revolução que derrubou a ditadura,

pôs fim á guerra colonial e estabeleceu um princípio de regime democrático

que veio dar esperança à vida dos portugueses.

40 anos depois, Portugal entre muitos outros países,

vivem crises económicas, políticas e sociais.

As instituições e os partidos do poder,

tentam convencer-nos que já vivemos em democracia,

querem-nos tirar o direito à revolta,afirmamdo que só temos direito à indigação e,

pior, não nos querem deixar acreditar que é possível um futuro melhor,

tentando roubar-nos essa esperança...

 

 

MAIL ART / ARTE POSTAL | "Construir o Futuro"
2 Bilhetes Postais

Técnica/Suporte: Pintura sobre papel

Formato: 10,5x14,8cm

Ano: 2014

 

   

 

Estiveram exposição na Associação 25 de Abril, em Lisboa, no mês de Abril de 2014, em Lisboa

e vão estar em diversos locais do País até ao fim do corrente ano.

(São acervo da Associação 25 de Abril)

 

EXPOSIÇÃO VIRTUAL:

http://construirfuturo-artever.blogspot.pt/

Título: #26 (I)

Técnica/Suporte: Pintura em acrílico sobre tela

Formato: 100x60cm 

Ano: 2014

 

Esteve em exposição "Portugal em Abril", na Galeria Municipal Artur Bual, na Amadora
(27 de Março / 4 de Maio de 2014)

 

Título: #26 (II)

Técnica/Suporte: Pintura em Técnica mista sobre tela

Formato: 60x100cm 

Ano: 2014

(Esteve na exposição "Depois de Abril", na Galeria Espaço Artever, na Amadora

(10 de Maio a 3 de Junho de 2014)

 


publicado por [FV] | Terça-feira, 01 Janeiro , 2008, 11:13

 

Imaginação da matéria: ÁGUA
«a água serve para conhecermos nossa imagem, para devolver um pouco de inocência
e de naturalidade ao orgulho da nossa contemplação íntima.»
                                                                                                           (Gaston Bachelard)


Galeria Espaço ARTEVER

Rua Padre António Vieira, loja 22-B, Venda Nova, Amadora

 

de 7 a 30 Setembro 2013

de 2.ª a 6.ª das 14:30 às 18:30. Aos Sábados por marcação.

ARTEVER:  T. 214 741 173   |   [FV] T. 962 333 299

 

 

 Delimitando e transformando espaços que fazem questão em se manterem indefinidos.

O gesto adivinha-se na afirmação da casualidade expressa na ausência.
Quase “sem intervenção humana”, encontra-se uma natureza em liberdade.
No entanto, esses espaços orgânicos vivem no nosso interior e surgem como espaços / vibração
que precisamos criar e (re)construir num mundo vegetal e humano.
                                                                                                         (Inês Clematis)
 

Fotos da inauguração:

 

 

 
 

  

 

 

 

  

 

 


publicado por [FV] | Terça-feira, 01 Janeiro , 2008, 11:12

 

 

Horário
de 2ª a 6ª das 14H30 às 18H30
Sábados das 10H00 às 13H00
Domingos e Feriados: Encerrada
Morada da Galeria:

Rua Padre António Vieira, 22-B  |  Venda Nova | Amadora

 

 As obras que agora apresento foram iniciadas em 2007, quando pintava um conjunto de trabalhos sobre a temática do Alentejo nas várias vertentes da sua paisagem.
Por inacabadas nunca foram apresentadas no périplo de exposições individuais que se seguiram por Alter do Chão, Arronches, Avis, Fronteira, Monforte, Nisa, Portalegre, V. V. de Ródão e Vila Viçosa. Por mais de 2 anos estiveram «esquecidas» num canto do ateliê. No final do ano passado voltei a «olhar» para elas com vontade de as resolver. São mais estes «olhares» sobre a paisagem campestre que a agora exponho na Galeria Espaço Artever.

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando convidei o meu filho José a expor comigo na apresentação desta série de 9 pinturas sobre o campo (Alentejo) apenas lhe pedi que as suas fotografias nos mostrassem o seu modo de o olhar.

 

 

‘’Olhar o campo’’
A fotografia de José Vidal reflecte muito da sua personalidade, da maneira de ser e de estar na vida e, de como se envolve com a sociedade.
Atento. A objectiva da sua câmara fotográfica, capta esse seu modo de estar. As suas escolhas mostram a particularidade do seu “olhar”.
Preocupado. A Terra e a forma como o Homem se envolve com a Natureza, são uma das suas motivações e paixões. Para si a paisagem é um todo. Mesmo quando esse todo se limita a um único pormenor.
Exigente. Procura nestas suas fotografias que se sinta o vento e se oiçam os silêncios. Que se recordem os cheiros e se repouse a vista e o coração.
Insatisfeito. Tem sempre mais uma fotografia para tirar e quando acaba tem sempre menos uma que pretendia ter.
Mas sobretudo para mim o José é um excelente ser humano. Mas isto sou eu a dizer, que sou seu pai.
Um muito orgulhoso, pai.

José Vidal [fotografia]
Lisboa, 1990

Em 2002 faz o curso de iniciação à Fotografia na Ar.Co. Está representado na exposição de fim de curso na Cordoaria Nacional, em Lisboa, conjuntamente com os alunos finalistas da Ar.Co.
Actualmente frequenta o 3º ano de Arquitectura Paisagista no ISA, Instituto Superior de Agronomia (UTL), na Ajuda, Lisboa.
Desde o 1º ano que tem exposto regularmente na Faculdade e apoiado outros colegas na apresentação dos trabalhos facultando as suas fotografias a quem assim o pretenda.

Nesta exposição apresenta 10 fotografias.

 

Inauguração:

 

 

 

 


publicado por [FV] | Terça-feira, 01 Janeiro , 2008, 11:11

Exposição colectiva de sócios da Associação de Artistas Plásticos da Amadora - ARTEVER, inserida nas comemorações do 25 Anos da legalização da associação.

 

CENTRO DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA AMADORA | C.M.A.

 

ARTISTAS REPRESENTADOS:

CARMEN PICHEL | CORCEIRO | EDUARDO ABRANTES | FERNANDO VIDAL | HENRIQUE FARIA | JOÃO SILVA | JOAQUIM LOURENÇO | JOSÉ MOURÃO | MARINA DOS SANTOS | MARTA PICHEL | PIEDADE PINA | SUSANA MOURÃO

  

  

 

Fotos da Inauguração: 

 

 

 

 

Eduardo Abrantes                                    José Mourão                                    Henrique Faria

Joaquim Lourenço                                      Piedade Pina                                                Carmen Pichel


publicado por [FV] | Terça-feira, 01 Janeiro , 2008, 09:45

 
Olhar a pintura de Fernando Vidal é como ver ao longe. É abarcar o todo como um pormenor. Visão que parece de todos, mas que cada um constrói em função da sua experiência de observador de paisagens, em sentido lato.
Para nós, há como que um olhar de mirantes que em viagem fixam um momento. Olha-se o instante e vê-se o instantâneo. Pouco importa se é de dia ou de noite, para que a acuidade registe um grande espaço ou algo pequeno e mais próximo.
Ao observar, estas obras, poderíamos cair na tentação de situar lugares, regiões, países, continentes ou universos. Poderíamos fixar-nos no modo de fazer, no modo de apor a matéria. Mas, eis que, surge a sugestão do elemento. Pela cor, pela forma, pelo tempo…
É laranja! É tórrido; É vermelho! É quente; É azul! É frio;
É verde! É cálido; É amarelo! É seco; É castanho! É árido;
É preto! É enigma... E de seguida, em catadupa: o fogo,
o sangue, a água, o ar, a areia, a terra, a escuridão…
Damos mais uma volta e confrontamo-nos com a nossa posição em relação ao espaço. Estamos a ver de frente? De lado? De cima? De baixo? Ou de lado nenhum? De todos os lados em simultâneo é que não. Digamos que estamos a ver de dentro para fora da imagem e, de fora para dentro de nós. Há como que um espalhar o visível. Há como que um vasculhar o indizível. Tudo para que possamos ver de longe.
Amadora, Abril 2009
José Mourão


Exposição de Pintura
'Ver de longe'
Galeria espaço ARTEVER
Rua Padre António Vieira, Loja 22 B, Venda Nova (perto das Portas de Benfica)
09 Maio | 09 Junho 2009
(de 2ª a 6ª das 14H30 às 18H30 e Sábados das 10H00 às 13H00)

 





 


publicado por [FV] | Terça-feira, 01 Janeiro , 2008, 09:44

 

 

 

   

Centro Cultural de Cascais
5 DEZ 08 | 15 FEV 09
Exposição de grupo:
Fernando Vidal | Freitas Cruz | Rui Aço

3homensnumabarca.blogs.sapo.pt/

 


publicado por [FV] | Sexta-feira, 14 Dezembro , 2007, 15:02

 

Exposição de Pintura
A L E N T E J O | P A I S A G E N S
Galeria Municipal de Fitares
  15 Dezembro 2007 | 6 Janeiro 2008

 


publicado por [FV] | Quarta-feira, 14 Novembro , 2007, 14:09

Fernando Vidal - O artista por detrás da obra

 

“Quando pinto, sou autista!”

Homem de convicções fortes e de ideais vanguardistas, Fernando Vidal apela a todos os que observam as suas obras a vê-las “através dos seus olhos”. Considerando a sua pintura “intimista e pouco convencional”, Fernando Vidal afirma que as telas que pinta reflectem-no a si próprio e ao seu modo de estar, acrescentando mesmo que “quem entender a minha obra, entende-me a mim!”. Relatando o modo como interage com a realidade quando está a criar, Fernando Vidal exprime que entra em alienação total, admitindo: ”Quando pinto, sou autista!” E é nessa abstracção que este pintor – paisagista, confere a componente imaginativa à sua pintura, tornando-a tão sui generis e intrigante.
Na exposição “Alentejo-Paisagens”, a planície alentejana surge ilustrada com emoções e cores fortes. Apesar de não ser alentejano, Fernando Vidal vive o Alentejo como sendo seu, retirando toda a inspiração da terra, do fogo, da água e do ar que envolvem a belíssima região. Esta é a sua forma de imaginar a matéria em estreita comunhão com os elementos da natureza. Nesta obra, o Fogo foi o factor mais evidenciado. Fernando Vidal imprimiu na cor vermelha o reflexo dos incêndios que assolaram a planície alentejana na altura em que a pintava, tendo esta realidade influenciado profundamente a sua criação.
Admirar a obra deste artista será, assim, um grande desafio para todos, bem como um convite a decifrarem a mensagem que está implícita por detrás de cada traço…de cada pincelada.
Vera Martins
in, http://jornaldenisa.blogspot.com/2007/11/fernando-vidal-o-artista-por-detrs-da.html


 

 

 

Exposição de Pintura
A L E N T E J O | P A I S A G E N S
Galeria Municipal de Alter do Chão | Palácio do Álamo
10 Novembro | 30 Dezembro 2007

 


publicado por [FV] | Domingo, 14 Outubro , 2007, 15:01

 

Exposição de Pintura
A L E N T E J O | P A I S A G E N S
Auditório Municipal 'Ary dos Santos'
  26 Outubro | 3 Novembro 2007

 


publicado por [FV] | Sexta-feira, 14 Setembro , 2007, 15:01

 

 

Galeria São sebastião | Inauguração da Exposição

 


publicado por [FV] | Sexta-feira, 27 Julho , 2007, 16:42

Fogo

 

Por maldade, incúria, desleixo, ou destino, o fogo, mais uma vez, deflagrou, avançou em terreno aberto, devastou parte do concelho e esteve às portas de Nisa. Aí estão os campos vestidos e revestidos de castanho, cinza e preto. A alma dos homens tem que tirar o luto e lutar, cobrir-se de verde-esperança, aplicar os ensinamentos aprendidos com os erros, pelejar para que tal não torne a acontecer e para que exploração de urânio não venha continuar o que o fogo começou.
E Fernando Vidal, em exposição de pintura, que esteve patente até 18 de Agosto na Biblioteca Municipal de Nisa, em dez dos dezoito quadros despertou-nos para o fogo que nos pôs diante dos olhos para que cada um a seu modo reflectisse e sentisse as pinceladas castanhas, cinzas, pretas, azuis, verdes, amarelas e vermelhas de sangue que salpicam, dividem, cortam, rasgam, golfam ou enchem completamente os fundos, saltavam das molduras e inundavam os espaços e os espíritos e se misturavam com as labaredas, com o cheiro a fumo e queimado e com o temor, angústia, desespero, raiva, ... do dia 29 de Julho, domingo.
E nas bermas das estradas o pastio por destino, desleixo, incúria …
é acendalha para o fogo.
 

José Dinis Murta*
In Jornal de Nisa em 22 de Agosto de 2007
*
Professor e historiador

 

 

Exposição de Pintura
A L E N T E J O | P A I S A G E N S
Biblioteca Municipal de Nisa
  21 Julho | 18 Agosto 2007

 


publicado por [FV] | Sexta-feira, 27 Julho , 2007, 15:27

Pintor Fernando Vidal
Apresenta a sua obra recente na Biblioteca Municipal de Nisa
Alentejo | Paisagens

O regresso a Nisa do Pintor Fernando Vidal, vinte e dois anos depois, tornou-se quase uma missão obrigatória… Queres explicar-nos porquê?
Apesar de ter nascido em Lisboa, sou um apaixonado pelo Alentejo, por Nisa, e especialmente por Arez, terra que adoptei há 21 anos, quando casei com uma natural da aldeia.
E esta opção criou em mim a convicção de que, num futuro mais ou menos próximo, viremos viver para cá.

Tens, pois, uma comunidade que te conhece bem…
Bem não diria, pois a maioria das pessoas com quem convivo, conhecem-me mas não sabem o que faço.
Penso que este é o momento certo de me abrir completamente e partilhar com todos a minha arte.

Assim sendo, e para que as pessoas possam mais facilmente compreender-te, caracteriza-nos a tua pintura.
Neste conjunto de trabalhos que irei expor em Nisa, dou a conhecer a minha visão poética e introspectiva dos campos alentejanos após os grandes incêndios que assolaram a região em 2003.
Como sabes, eu não pinto o que vejo, mas pinto “como vejo” ou “como quero ver”.
Considero-me um paisagista mas não sou um retratista. Reproduzo apenas o meu imaginário.

Que poderemos observar nos trabalhos que trarás?
Ando a pintar a temática “o FOGO e o ALENTEJO” desde 2005.
E estou neste momento a fazer um périplo, que teve início em Monforte, e irá passar por Arronches, Fronteira, Vila Viçosa, Vila Velha de Ródão, Nisa, Portalegre, Avis e Alter do Chão durante o que resta deste ano.
Para 2008, estou a programar exposições em Ponte de Sôr, Campo Maior, Marvão, Crato, Elvas, Estremoz, Évora, Borba, etc.
Todas estas exposições são, no fundo, o encerramento de um ciclo pictórico e temático do FOGO.
E gostaria de te dizer que logo após a minha exposição de Monforte, que já comecei a pintar de forma diferente, enveredando curiosamente pelo ciclo do elemento ÁGUA. Estou a fazer “inundações”.
Cumpre-se, assim, a teoria de que a ÁGUA “apaga” o FOGO.

Para terminar esta breve conversa, que poderemos saber mais acerca da actividade do Pintor Fernando Vidal?
Sou pintor a tempo inteiro.
Estou num projecto chamado OFICINA DO DESENHO, com os Pintores Rui Aço e Freitas Cruz.
Este projecto Ateliê/Escola, impõe-me a direcção da Galeria de Arte e a responsabilidade da Editora de Arte da mesma.
É nesse espaço de Cascais que tenho o ateliê e pinto a tempo inteiro.

José Molina

In Revista Nisa Viva, Ano 5, Janeiro-Abril 2007

 


publicado por [FV] | Quinta-feira, 26 Julho , 2007, 12:32

 

 

     


 

Inauguração da Exposição

 

 

 Jardins interiores da casa das Artes | Beberete na inauguração da Exposição

  


publicado por [FV] | Quinta-feira, 14 Junho , 2007, 15:00

 

Inauguração da Exposição

 

 


publicado por [FV] | Segunda-feira, 14 Maio , 2007, 15:00

 

 Exposição de Pintura
A L E N T E J O | P A I S A G E N S
Centro Cultural de Fronteira
11 a 26 de Maio 2007

  


publicado por [FV] | Sábado, 14 Abril , 2007, 14:59

 

 Exposição de Pintura
A L E N T E J O | P A I S A G E N S
Centro Cultural de Arronches
20 Abril | 5 Maio 2007
 


publicado por [FV] | Segunda-feira, 02 Abril , 2007, 19:46

 

 

Não está ao alcance de todo o artista transmitir com tanta verdade a riqueza e a diversidade do Alentejo.
A suavidade da sua imensidão é enganadora e aparente, e encerra dramas e encantos desvendáveis apenas por quem com ele mantém estreita comunhão.
A poucos é facultada a chave para verdadeiramente decifrar, e extrair com precisão, as subtilezas que o distinguem e que a tantos deixa enfeitiçados.
Fernando Vidal, não sendo alentejano, há muito que deixou irem ali enriquecer-se as raízes da sua Alma.
Pertence ao Alentejo. Pertence-lhe pela forte paixão que por esta terra nutre, mas também por laços de família e de incontáveis amizades que ao longo dos anos ali cultivou.
São por isso diferentes estes quadros desta nova fase na pintura de Fernando Vidal – Vivos.
Vivos, não só pela cor e pelas formas e perspectivas pouco comuns que nos despertam para um novo olhar sobre o que julgávamos já conhecer, mas vivos, ainda, por transmitirem essa centelha fundamental da cumplicidade com as gentes destas paragens e sem a qual o mais belo quadro, a mais bela paisagem, jamais se elevariam como acontece aqui, acima da vulgaridade do mero ‘retrato’ ou ‘natureza-morta’.
 
Freitas Cruz [Pintor], Texto para catálogo (2007)

 Exposição de Pintura
A L E N T E J O | P A I S A G E N S
Galeria Municipal de Monforte
2 a 19 Abril 2007

 


publicado por [FV] | Sábado, 22 Junho , 1985, 18:33

 

Existe uma força crescente na pintura de Fernando Vidal, que ora é serena ou quando menos se espera transborda, explodindo em gigantesca energia.
Com uma temática muito próxima do esboço poético, pode-se verificar de trabalho em trabalho a grande preocupação de assumir a pintura. Pintura, tal como se escreve, pensa e diz.
Insatisfeito, mas persistente na saudável loucura de criar…
Dele se esperam mais coisas. É um bom amigo este Fernando!
Rui Aço
, Catálogo da Exposição (1985)
 
Exposição de Pintura
Galeria de Arte Moderna | Sociedade Nacional de Belas Artes
1 a 15 Outubro 1985

 

Sobre papel e em pequenos formatos, uma pintura pacientemente trabalhada na diversifcação de texturas e na articulação de planos e luzes, que a sobreposição de plástico parcialmente vela e remete ainda mais para sugestões de impressão fotográfica ou de gravura.

Alexandre Pomar, Semanário Expresso (12OUT1985)


publicado por [FV] | Sábado, 22 Junho , 1985, 18:19

 

 
Exposição de Pintura
P A I S A G E M
Posto de Turismo | Câmara Municipal de Nisa
15 a 25 Agosto 1985

publicado por [FV] | Sábado, 22 Junho , 1985, 17:44
 
A pintura de Fernando Vidal, feita de cores densas e de gestualismo preciso, expressa com nitidez, e, sem subterfúgios, um certo pendor de agressividade, no seu turbulento jogo descodificador das superfícies e das texturas. Percebe-se o quanto a actividade profissional do designer de comunicação visual informa o traço, estudado e nervoso, e aglutina os efeitos cromáticos, num paisagismo onírico que denuncia as suas fontes eruditas.
Desta conjunção de factores - desenho de fibra gestualizante, e sentido cromático buscando planos decompostos - provém uma pintura singular, produto de experiências sucessivas e, decerto, de muitas investidas goradas.
O produto que aqui se propõe à nossa leitura e contemplação, com toda a sua carga de deliberada agressão textu(r)al, de reinterpretação melancólica dos trechos de realidade quotidiana.
Esta pintura, pois, é um conjunto de sonhos plenos de originalidade formal e de qualidades técnicas. Desvirtuando o posicionamento académico do ex-estudante da Ar.Co e da ESBAL que tenta assumir(-se) desapaixonadamente (n)outros caminhos de traço e de mancha.
Lisboa, 1985
Vitor Serrão
Exposição de Pintura
Museu Tavares Proença Júnior
23 Fevereiro | 16 Março 1985

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